As “Sobrefalas” do Ateliê Elefante

01 de Julho de 2019
Notícias

A Ocupação de número 5 da Galeria Casa, no CasaPark – Brasília, traz para o público uma mostra que reúne 11 artistas visuais de renome nacional e mundial. Adriana Vignoli, Alina Duchrow, Débora Mazloum, Gisel Carriconde, João Trevisan, Matias Mesquita, Silvie Eidam, Antonio Obá, Nicolas Behr, Paul Setúbal e Wagner Barja apresentam obras que abordam o desenvolvimento de processos e de linguagem com obras pré-existentes e inéditas

 

Oito artistas do Ateliê Elefante e três artistas convidados realizam a Ocupação 5 da Galeria Casa, no CasaPark. A partir do dia 4 de julho, Adriana Vignoli, Alina Duchrow, Antonio Obá, Débora Mazloum, Gisel Carriconde, João Trevisan, Matias Mesquita, Nicolas Behr, Paul Setúbal, Silvie Eidam e Wagner Barja participam da mostra “Sobrefalas”, com obras produzidas anteriormente e outras concebidas especialmente para a exposição, que coloca em questão as maneiras como os processos criativos e de produção se desenvolvem e como as pesquisas de linguagem convivem e se tocam no ambiente de um ateliê coletivo. A mostra fica em cartaz até o dia 21 de julho, com visitação de terça a sábado, das 14h às 22h, e domingo, das 14h às 20h. A Galeria Casa fica no 1º Piso do CasaPark, no corredor do Espaço Itaú de Cinema. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

 

“Sobrefalas” tem curadoria compartilhada dos artistas que compõem o Ateliê Elefante “Estas escolhas tratam de referenciar a relação que estes, mas também outros artistas desenvolveram com a própria história do espaço por meio de exposições relevantes, residência, ou acompanhamento crítico ou mesmo por meio de provocações constantes no convívio em torno do tema da arte”, afirma Cinara Barbosa, curadora e diretora artística do Elefante. “A proposição desta mostra diz respeito a colocar em questão as maneiras como os processos podem se desenvolver, como as pesquisas podem conviver e se tocar. Mas nessa mesma observação, entre uma produção e outra, que não passa incólume no ateliê compartilhado, também importa aos artistas preservarem seus caminhos de investigação. Destacam-se, portanto, todos os detalhes que importam para a construção dessas múltiplas falas”, explica Cinara Barbosa.

 

Sobre os artistas do Ateliê Elefante

Adriana Vignoli vive e trabalha em Brasília no ateliê coletivo do Elefante Centro Cultural. Em 2019, participou de exposição coletiva internacional na Fundación Klemm, Buenos Aires, e foi selecionada para o 24o Salão Anapolino, GO. Em 2016, foi contemplada com o prêmio do Salão Mestre D’armas de Planaltina, DF. Recebeu o Prêmio Nacional da FUNARTE de Arte Contemporânea, 2015. Entre 2013 e 2014, morou em Berlim e expôs na Nassauischer Kunstverein de Wiesbaden e na Hochschule für Bildende Künste Dresden. Foi selecionada ao Prêmio PIPA (2016) e apresentou exposição individual na Galeria Referência (2018), Zipper (2017) e Elefante Centro Cultural (2016). A artista influencia-se pela arquitetura, paisagem e vida. Atualmente, ela experimenta esculturas e instalações de caráter construtivo a partir de materiais como vidro, terra, concreto, tecnologias digitais e, recentemente, plantas e corpos vivos.

Alina d’Alva Duchrow nasceu em Fortaleza- CE – Brasil, vive e trabalha em Brasília. Arquiteta e artista visual, fez Pós-graduação em artes visuais pela Universidade Alanus Hochschule, Bonn, Alemanha (2010) e graduou-se em Arquitetura e Planejamento Urbano pela Universidade de São Paulo – EESC USP (1996). Como artista tem utilizado o vídeo, a fotografia, o desenho e instalações em espaços públicos e privados. Na maioria das vezes o trabalho tem como foco um contexto local, um ponto de partida que vai gerar ferramentas e insights sobre como lidar com o tempo, o espaço e o outro. Os desenhos surgem de um impulso que vem da urgência em encontrar uma forma para as micropercepções do corpo, aquilo que o corpo percebe da realidade enquanto “campo de forças”. Participou de exposições coletivas, individuais, performances e residências artísticas em diversos países. Entre as principais exposições estão o 45° Salão de arte Luiz Sacilloto em Santo André em 2016, A XIX Bienal de Cerveira em 2015 e a Bienal de Dakar em 2014. Em 2011 fez uma exposição individual na Alanus Hochshulle, em Bonn, Alemanha.   

Débora Mazloum nasceu no Rio de Janeiro e Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Brasília. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ no ano de 2016, formou-se em cenografia pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 2009 e em Cinema na Estácio de Sá em 2005. Parte complementar de sua formação foram diversos cursos livres no EAV- Parque Lage RJ, desde 2001, incluindo o seminário Tempo e Espaço na Instalação em 2016. Em 2012 fez o curso imersivo de desenho Procedência e Propriedade no ateliê do prof. Charles Watson. Entre as principais exposições estão o 20º Festival Internacional de arte Contemporânea Sesc VideoBrasil SP, o Projeto Jardim Atlântico realizado no Colégio das Artes em Coimbra e no Paço Imperial Rio de Janeiro em 2018, a residência artística Plantabaixa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro em 2015 e a residência LabVerde na Amazônia. Em 2016 participou do 20º Salão Anapolino em Goiás, da exposição Novas Poéticas no Museu do Futuro em Curitiba e da Exposição coletiva OndeAndaaOnda no Museu Nacional de Brasília. Em 2013 fez uma exposição individual Paisagens Hybridas na galeria do Centro Cultural Sérgio Porto no Rio de Janeiro em 2014. A pesquisa dos trabalhos é voltada para elaboração de lugares e imagens que estabeleçam diálogos históricos entre tempos diversos, buscando desenvolver relações entre a natureza e a poética das viagens, interessando a possibilidade de construção de novos espaços híbridos.

Gisel Carriconde é artista plástica graduada pela Universidade de Brasília, com mestrado e doutorado em artes nas universidades de Brighton e de East London – UEL, respectivamente. Entre 2000 e 2016, trabalhou com design de exposições, direcionando sua atenção para as relações entre espaço, objeto e público. Trabalha com instalação de objetos, fotografias e pintura; e, desde 2014, está à frente do deCurators, um espaço de arte independente voltado para experimentações nas áreas de curadoria e expografia.

João Trevisan nasceu em Brasília onde vive e trabalha. É bacharel em Direito. No ano de 2018 realizou a sua segunda individual com curadoria do artista Bené Fonteles na Galeria deCurators. Participou da exposição Brasília Extemporânea com curadoria da Ana Avellar; participou do 43º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional Contemporâneo; e 46º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em Santo André/ SP; e15º salão de artes plásticas de Ubatuba; expos na Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP de Ouro Preto/ MG. Em 2017 participou do primeiro Salão/ Residência – Eixo do fora Nº 05, realizada na cidade de Olhos d´água no Estado do Goiás, com exposição no MUN — Museu Nacional da República – DF, com obra adquirida para acervo da instituição. No mês de abril de 2017, realizou a sua primeira exposição individual intitulada Estrutura Gestual, na galeria XXX Arte Contemporânea, com curadoria Renato Lins. Participa desde 2014 de exposições coletivas, dentre as quais: Ondeandaaonda I (2015), II (2016) ambas realizadas no MUN – Museu nacional da Republica – DF, e Ondeandaaonda III (2018) realizada no Espaço Cultural Renato Russo na 508 SUL – DF.

Graduado em Desenho Industrial /Comunicação Visual pela PUC-Rio em 1998, Matias Mesquita iniciou sua carreira profissional na produção de video-clipes de animação, alguns deles premiados pela MTV Video Music Awards Brasil, e trabalhou em animações do Estúdio 2D Lab. Em 2009 passou a frequentar o curso “ARTE HOJE: Atitudes contemporâneas”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e iniciou sua carreira como artista plástico. Participou de exposições coletivas no Rio de Janeiro, nas galerias A Gentil Carioca, Luciana Caravelo e AmareloNegro; em São Paulo, nas galerias Emma Thomas e Oscar Cruz; e em Phoenix na phICA. Em 2011, foi agraciado com o terceiro lugar no Prêmio 20º Encontro de Artes de Atibaia/ São Paulo e com o Prêmio IBRAM Feira Art RIO. A partir de então decidiu dedicar-se exclusivamente às artes plásticas. No ano seguinte, em 2012, fez sua primeira exposição individual INCONTÁVEIS, nA Gentil Carioca, do Rio de Janeiro. Seguindo em 2013 com a exposição O QUE PESA MAIS, também nA Gentil Carioca. Em 2014, fez IMPERMANÊNCIA, no Elefante Centro Cultural em Brasília. Em 2015, abriu a individual “Traços de Impermanência”, na Zipper Galeria. Participou de várias exposições coletivas no Museu Nacional em Brasília, entre elas a Não Matarás. Recentemente apresentou na Referência Galeria de Arte, em Brasília, a individual “Intempéries Permanentes”.  Desde 2013 mora em Brasília, onde, junto com mais sete artistas, trabalha no ateliê compartilhado no Elefante Centro Cultural, espaço de arte autônomo no qual artistas e curadores são convidados a desenvolver seus projetos de produção contemporânea.

Silvie Eidam nasceu em Frankfurt/Main na Alemanha e, atualmente, vive e produz no Brasil. O seu avô era o pintor Wilhelm Eidam quem encorajou a sua produção artística desde a sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou a sua formação estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College em Londres. Durante os seus anos na universidade, foi membro ativo de grupos ativistas feministas em Brasília e Londres com foco em sua arte nas representações do corpo feminino e identidades políticas em uma grande variedade de mídias, participando em exibições coletivas desde 2005. Atualmente, ela trabalha com imagens que nascem de um impulso onírico e espontâneo, e tenta materializá-las sem muitas interferências da consciência crítica, sem buscar simbolizações. Cada imagem um fantasma, capturado para virar matéria. Pintar fantasmas e aceitar as limitações da consciência em dar sentido. O que acontece quando damos corpo ao incorpóreo?

 

Artistas convidados

Antonio Obá nasceu na Ceilândia e vive e trabalha em Brasília. Em sua obra, investiga as relações de influência e contradições dentro da construção cultural do Brasil, dando margem a um ato de resistência e reflexão sobre a ideia de uma identidade nacional. O artista tenciona por meio de ícones presentes na cultura brasileira uma memória identitária racial e política, esses conjuntos icônicos históricos e por vezes religiosos, são explorados dentro da escultura, pintura, instalações e performance. O corpo do artista é o meio corrente de seu trabalho, cambiando entre performance e momentos ritualísticos, questões como a erotização do corpo negro masculino e a construção identitária do mesmo são pontos centrais na pesquisa de Obá. Com a vivência e concepções contemporâneas do artista a respeito da fé, sua pesquisa estabelece uma teia de sentidos que conecta a nossa atualidade com tempos apagados pela história. Suas exposições incluem Histórias Afro-Atlânticas, MASP / Tomie Ohtake, São Paulo (2018); Arte Democracia Utopia – quem não luta tá morto, MAR, Rio de janeiro (2018); Pipa Prize 2017, MAM-Rio, Rio de Janeiro (2017); entre, Casa da américa Latina, Brasília (2016); My body is a cage, Galeria Luciana Caravello, Rio de Janeiro (2016); ONDEANDAAONDA, Museu Nacional da República, Brasília (2015); OCUPAÇÃO, Elefante Centro Cultural, Brasília (2014); Impermanências, Galeria de Arte Dulcina de Moraes, Brasília (2008); Sob o signo de um novo olhar, Centro cultural do SESI, Brasília (2003). Recentemente, em junho de 2019, foi um dos destaques da Art Basel, Suíça, com um estande dedicado à sua produção.

Paul Setúbal nasceu em Aparecida de Goiânia, GO, vive e trabalha entre Goiânia, Brasília e São Paulo. É Doutor em Arte e Cultura Visual, UFG – GO, Mestre em Arte e Cultura Visual, e licenciado em Artes Visuais, UFG – GO. O corpo é uma dimensão constantemente explorada em sua produção, um importante suporte material, social e geográfico de discussões que permeiam situações de conflito, seja como modo de vivenciar e testar seus limites físicos, ou como uma forma de traduzir relações de poder.

Sua pesquisa se desenvolve em diversos meios como escultura, instalação, desenho, pintura, vídeo, fotografia e performance, abordando as problemáticas e simbologias do corpo na sociedade contemporânea, seu uso, controle, relações de violência, resistência, abuso e poder. Entre as exposições individuais que realizou estão: Corpo Fechado, na C Galeria, Rio de Janeiro, Brasil [2018]; Dano e Excesso, Galeria Andrea Rehder, São Paulo, Brasil [2016]; Aviso de Incêndio, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil [2015]. Exposições coletivas: 29ª Edição do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil; 36º Panorama de Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil [2019]; Arte Democracia Utopia: Quem não luta tá morto!, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Demonstração por Absurdo, Instituto Tomie Othake, São Paulo, Brasil [2018]; As Bandeiras da Revolução, Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil; 13° Verbo, Galeria Vermelho, São Paulo, Brasil; Osso, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil [2017]; Dark Mofo, Museum of Old and New Art, Tasmânia, Austrália; Behind the sun, HOME, Londres, Inglaterra; A Cor do Brasil, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil [2016]; Terra Comunal: Marina Abramovic + MAI, Sesc Pompéia, São Paulo, Brasil [2015]. Prêmios/Residências: 7º Prêmio de Residência SP-Arte, Delfina Foundation, Londres, Inglaterra [2019]; Prêmio Foco Bradesco ArtRio, Residência Despina, Rio de Janeiro, Brasil; Pivô Arte Pesquisa [2018]; 45° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Prêmio Aquisição [2017]. Suas obras fazem parte de coleções públicas como o Museu de Arte do Rio, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea de Goiás e Casa do Olhar Luiz Sacilotto. É integrante do Grupo EmpreZa de performance.

Nicolas Behr nasceu em Cuiabá, cursou o primário com os padres jesuítas em Diamantino,

MT e mudou-se para Cuiabá aos 10 anos. Queria ser geólogo. Mora em Brasília desde 1974. Três anos depois lançou seu livrinho mimeografado, “Iogurte com Farinha”, o primeiro de muitos. Em 1978 foi preso e processado pelo DOPS por porte de material pornográfico (seus livrinhos!) sendo julgado e absolvido no ano seguinte. A partir de 1980 passa a trabalhar como redator em agências de publicidade e se engaja no movimento ecológico. Em 1986 começa a trabalhar na FUNATURA – Fundação Pró-Natureza, onde fica até 1990, dedicando-se profissionalmente desde então ao seu antigo hobby: produção de espécies nativas do cerrado, através da Pau-Brasília viveiro eco.loja, ainda hoje em atividade. Volta a publicar a partir de 1993, com “Porque Construí Braxília”. Em 2004, no livro “Nicolas Behr – Eu Engoli Brasília” – volume I da Coleção Brasilienses – o jornalista Carlos Marcelo traça seu perfil biográfico. Em 2008 seu livro “Laranja Seleta – editado pela Língua Geral – foi finalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura. O filme “Braxília” (17 minutos), de 2010, da cineasta Danyella Proença, um ensaio sobre a relação do poeta e sua cidade, ganhou vários prêmios em festivais de cinema. Sua obra tem sido objeto de várias dissertações de mestrado pelo país. Em 2013 participou, como convidado, da FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty e da Feira Internacional do Livro de Frankfurt e da Latinale – Festival Latino Americano de Poesia, em Berlim. Em 2015 o Instituto de Letras da Universidade de Brasília instituiu o “Prêmio Nicolas Behr de Literatura”. Adora Brasília.

Wagner Barja, Rio de janeiro, é plástico, educador e curador independente. Mestre em arte e tecnologia das imagens, pela Universidade de Brasília (UnB). Notório saber em Teoria e História da Arte, Plástica e Arte-Educação, pelo Conselho Superior de Educação/ME. Suas obras fazem parte das principais coleções privadas e acervos institucionais, como, Museu de Arte do Rio MAR, Museu Nacional de Belas Artes RJ, Museu de Arte de Brasília MAB, Museu Nacional de Brasília, Museu ONCE, Madri, Espanha, Coleção Cândido Mendes, Coleção Sérgio Carvalho entre outros.

O Elefante Centro Cultural é um espaço nacionalmente reconhecido como voltado para a experimentação e processos artísticos que auxiliam os artistas testarem suas pesquisas e perspectivas expositivas e instalativas. Por esta característica vem sendo visitado com frequência por críticos e curadores como Júlia Rebouças, durante pesquisa para Bienal de São Paulo 2016 e Panorama das Artes 2019, Luis Camilo Osório, Marcus Lontra, Mariza Morkazel, Moacir dos Anjos e também galeristas e colecionadores. Entre os artistas que realizaram residências artísticas e, ou desenvolveram acompanhamento crítico estão Thiago Martins de Melo, Sarah Burger, Antonio Obá, Bruno Kurru e Paul Setúbal entre outros. Fundado em junho de 2013 por Flavia Gimenes e Matias Mesquita, manteve atividades relacionadas à ateliê, projetos de residências artísticas, exposições e oferta de cursos livres e de pensamento crítico. Instalado na W3 Norte, o Elefante é circundado por lojas, oficinas mecânicas e bares e, na própria localização, já projeta uma reflexão sobre as relações de aproximação entre arte e sociedade e seus locais de pertencimento e idealização. Desde o início está comprometido com a provocação entre múltiplos diálogos e experimentações dos artistas com o próprio espaço, artistas, curadores e também com a cidade visando colocar a produção sempre em movimento. Entre 2015 e 2016, o curador Manuel Neves atuou na direção artística do espaço, executando curadorias e abrigando projetos expositivos e de residência.  Em 2017, a direção foi assumida por Cinara Barbosa que segue na condução do espaço.

 

Sobre a Galeria Casa

A Galeria Casa é um espaço criado pelo CasaPark para ampliar a visibilidade, fomentar e oferecer uma imersão transformadora e agregadora na produção dos profissionais que atuam nas artes visuais, na arquitetura e no design. Com uma programação especial oferecida gratuitamente ao público, a cada mês ao longo de um ano, uma galeria ou coletivo de artistas ou espaço independente dedicado às artes visuais ocupará a Galeria Casa com exposições, oficinas, ateliês abertos e conversas com artistas, curadores, arquitetos e designers. Concebida para acolher ocupações artísticas com as mais variadas expressões de linguagens e suportes, a Galeria Casa responde à crescente demanda do público por mais espaços capazes de reunir pessoas interessadas em conhecer e debater sobre novos valores estéticos diante da diversidade e da potência das produções locais e nacionais.

Serviço:

Sobrefalas

Ocupação 5

Mostra coletiva

Obras de Adriana Vignoli, Alina Duchrow, Débora Mazloum, Gisel Carriconde, João Trevisan, Matias Mesquita, Silvie Eidam, Antonio Obá, Nicolas Behr, Paul Setúbal e Wagner Barja

Inauguração: 4 de julho

Horário: Das 17h às 21h30

Local: Galeria Casa

CasaPark – 1º Piso, corredor do Espaço Itaú de Cinema

Visitação: até 21 de julho

De terça a sábado, das 14h às 22h

Domingo, das 14h às 20h

Entrada: Gratuita

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

 

Informações para a imprensa:

Agenda KB Comunicação

Contato: Luiz Alberto Osório

E-mail: luiz.alberto@agendakb.com.br

Telefones: (61) 3344-0143 / (61) 98116-4833

Skype: luiz.alberto.osorio

 

 

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